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segunda-feira, 3 de março de 2014

Olá, com reapresentação!


Depois de quase cinco anos (uau?!) com o atualizadescz, achei valido fazer um texto de reapresentação, reapresentação porque, quando fiz o blog, dia 7 de Dezembro de 2010, fiz um texto inicial, apresentando-me e apresentando o blog, mas nesse dia eu tinha 14 anos (que?!) e ainda falava “beijitos” (quem hoje em dia fala beijitos?), por isso escrevo este para apresentar o meu “eu” de agora e reapresentar meu querido blog; entretanto, caso seja de seu interesse ler aquele textinho para lá de imaturo, o link é este aqui: http://atualizadescz.blogspot.com.br/2010/12/boa-noite-pessoal.html, fique à vontade. Primeiro, quero começar dizendo que, se ainda não reparou, o nome do blog é “atualizadescz”, reparou agora no “z” de atualizades? Pois bem, nunca foi proposital - foram erros técnicos - e, por incrível que pareça, não fui eu quem reparou nisso, um amigo meu, ano passado, veio na sala de aula e me disse: “por que o z em atualidades no nome do blog?” E eu fiquei: que z moço? E tudo estava explicado. Estava explicado o porquê de que, quando eu passava o nome do blog para alguém como “atualidadescz”, nunca o achavam. Depois disso, resolvi que não trocaria o nome, afinal, já eram quatro anos, trocar agora? Nem pensar! E acabou que eu achei legal assim; o cz é pura menção ao meu próprio nome, Carolina Zanforlin, logo, a ideia inicial era “atualidades de/por Carolina Zanforlin”. Nome explicado, quero esclarecer outras coisas. Caso não tenha reparado também, nenhum dos meus textos possuem parágrafos e isso se deve ao fato de que, um dia, fui tentar colocar e não deu certo, então comecei a deixar assim mesmo (mas coloquem parágrafos em textos manuscritos, por favor). Outra coisa é que não “manjo” das edições, até hoje! Por isso algumas postagens saem diferentes umas das outras, não é culpa minha, tento arrumar do jeito que posso (e sei), mas nem sempre consigo. Esclarecido algumas curiosidades, se posso dizer assim, vou falar um pouco sobre os meus textos. Eu sempre tive um romance com português e um caso de paixão com o escrever, sempre no mais puro sentido de sempre, de verdade.  Óbvio que, como qualquer pessoa normal, meus textos começaram esquisitos, ruins, imaturos e foram melhorando aos poucos, e óbvio, novamente, que, ainda hoje, cometo alguns equívocos na gramática ou até faço um texto não tão bom (não sou um Machado de Assis da vida, infelizmente), contudo, isto é o que eu amo fazer. Há algumas coisas que faço e digo que são o meu ioga, e escrever é uma delas. O blog, portanto, é meio que um filho para mim. Houve uma época em que o usei como um diário, mas arrependo-me disso, já que os textos que postava eram, na maioria das vezes, indiretas para alguém, textos péssimos, escritos na dor do momento e ruins de todos os ângulos, por isso, hoje estou deletando todos os que acho não serem adequados para o meu blog. Já escrevi também uma historinha, com seis capítulos, baseada em fatos reais, que pareceu até agradar às pessoas, mas deletei todos os seis textos, somente porque, para quem e sobre quem os escrevi, não merecia um texto meu, ainda mais uma história com seis capítulos, e nisso sou muito convencida, sem vergonha de admitir. Quando escrevo para alguém, essa pessoa tem que se sentir honrada, porque, como disse mais a cima, eu amo fazer isso, e, quando amamos alguma coisa, não o dividimos com qualquer um. Além disso, já escrevi alguns contos, como “Morte súbita” - http://atualizadescz.blogspot.com.br/2013/03/morte-subita.html, baseado em algo que aconteceu com uma colega do colégio e “O que restou de nós” - http://atualizadescz.blogspot.com.br/2012/05/oque-restou-de-nos-terra-estava-deserta.html, o nome é romântico o bastante para não ler, mas não possui nenhum casalzinho, juro. Este escrevi em meu curso de redação, cuja professora foi uma de minhas mestras. Antes que eu esqueça, não serei hipócrita o suficiente e dizer que me lembro de todos os meus textos, pois não lembro. Deve haver outros contos, porém estes dois sempre foram os meus preferidos, logo, sempre me lembro somente deles. Além dos contos, há outros textos que eu fiz e que nunca sei como classificar, na escola chamaria de “dissertações”, mas, simplesmente, não sei como classificá-los aqui (artigos de opinião, talvez?), todavia, mesmo sem uma classificação definida, isso não os torna menos importantes. Destes, eu realmente gosto de todos, mas os meus preferidos são: K.C.I.P.L.F.A.M.M. - http://atualizadescz.blogspot.com.br/2012/12/kciplfamm.html, onde eu falo sobre o ano novo; “Mais um sobre a peste?” - http://atualizadescz.blogspot.com.br/2012/09/mais-um-sobre-peste.html, em que dou minha opinião sobre a política e, por último, o meu mais recente texto, “Simplex, quae in vita” - http://atualizadescz.blogspot.com.br/2014/02/simplex-quae-in-vita.html, onde falo sobre algumas coisas que mudariam um pouco a forma violenta de como vivemos hoje. Também há textos como “Julgar-te-ão” e “Uma dose de coca-cola e bolachas, por favor!”, que também são do meu agrado. Falado dos textos, por último, quero falar um pouco sobre mim. Quando comecei com o blog queria ser médica (confesso que pelo dinheiro), mas percebi que não conseguiria nem sequer acompanhar a faculdade, já que tenho dó até quando vejo uma criança tomar injeção, essas coisas. Hoje, curso meu primeiro ano de direito e acho que não poderia amar mais. Já tenho 17 anos, logo farei 18, mas pelo menos já saberei como me defender se eu quiser fazer algo de errado nessa idade do pecado – brincadeira. Considero que 2013 foi meu ano menos produtivo aqui no blog, a explicação é bem simples: 2013 foi “dose!”. Estava cursando o terceiro colegial e aconteceram tantas coisas, tive tantas coisas para fazer, pensar, que nem sei como sobrevivi – brincadeira de novo. Nesse ano, tive que escrever textos e mais textos no colégio e no meu curso, por conta dos vestibulares, do ENEM, etc., mas mesmo assim sentia falta de escrever aqui, no meu espaço, sem tempo cronometrado e um assunto já imposto.  Por fim, acho que devo agradecer a quem já comentou ou ao menos leu alguns dos meus textos. Agradeço por tudo e mais um pouco. Confesso que meu blog não possui milhares de visualizações por dia, que é algo que eu já almejei e almejo até hoje, não pela fama (e mesmo assim não sei se fama é a palavra certa), mas sim porque, como já disse, é o que eu amo fazer, e fico lisonjeada, feliz, orgulhosa e várias outras emoções quando alguém diz que gostou do texto, emocionou-se, ou até deixou uma critica construtiva para mim, porque, acho que como qualquer outro que goste de escrever, escrevo pelo prazer, o bel-prazer e o prazer de escrever sabendo que minhas palavras chegaram e tocaram alguém.

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