Um acervo que começou no dia 7 de dezembro de 2010 e que acompanha vários momentos da minha vida, deixando registrado a transcrição de memórias, nós na garganta, revoltas, e um mundo de fantasias.
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domingo, 21 de abril de 2013
Aquele sobre o destino
Quem
dera nós pudéssemos traçar nossa própria história, criar nossos próprios
personagens, descrever cada cenário e narrar cada fato do nosso modo. Quem dera
coubesse a nós a responsabilidade de escrever nossas vidas, podendo parar
quando quiséssemos porque estamos cansados, porque está dando tudo errado, ou
porque só haja confusão, problemas em cima de problemas. Quem dera nós
pudéssemos decidir o que irá acontecer hoje ou amanhã, decidir quem
conheceríamos, o que falaríamos ou faríamos. Quem dera nós fossemos verdadeiros
donos de nossas vidas, de nosso corpo, de nossa saúde. Se pudéssemos realmente
escolher de quem gostaríamos, ou odiaríamos. Se pudéssemos ver com quem nos
decepcionaríamos para tentar evitar ou ver quem nos faria realmente feliz pra acabar
logo com a dor. Quem dera não precisássemos de tanta cautela com o que falamos,
fazemos, sentimos pra depois não corrermos o risco de sermos apunhalados pelas
costas. Quem dera pudéssemos confiar nas pessoas. Muitos defendem a ideia de
que somos nós que fazemos nossa própria história, que o nosso futuro somos nós
quem escrevemos, de que para tudo há uma escolha, que sempre há um caminho,
estamos, porém, tão longe de um dia poder fazer nossas próprias escolhas que
chega a ser uma utopia achar que um dia seremos donos de nós mesmos.
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