Sempre nos perguntamos do porque de algumas coisas e
nunca achamos uma resposta que realmente agrade. Sempre tomamos atitudes,
sabendo que são certas ou não por um motivo talvez inconsciente. Vamos atrás
das pessoas, buscando os erros, acertos e fazendo vista grossa com nossos
problemas e quando alguma coisa vai mal tentamos nos apoiar em quem nos faz
bem. Nós, humanos, nunca seremos totalmente decifrados pela ciência ou rituais
de Exu - seja lá o que vocês acreditem. Nunca teremos explicações completas
para nossas ações, pensamentos, vontades, desejos e nunca, nunca estaremos
totalmente satisfeitos com o que temos, sejam amigos, parentes, objetos, corpo...
Nós temos aquela mania tão prudente, ou não, de querer sempre mais e cometemos
o pecado de quase nunca enxergar que o que precisamos está aqui, na nossa
frente. Além disso, ainda temos o péssimo hábito de não dar valor nas coisas e
só resolvemos dar quando perdemos ou estamos a um fio de perder. Há uma linha
tênue que separa nossas ações conscientes ou inconscientes e que separa o que
fazemos de propósito ou por impulso. E nós precisamos pensar mais nas atitudes
que tomamos. Precisamos pensar no que queremos para nossas vidas, no que vale a
pena, no que importa. Precisamos pensar mais ou até menos no futuro para pensar
no agora. Precisamos parar de achar que sabemos tudo, que conhecemos a todos,
que somos os melhores. Talvez o mal humano seja esse, o inconsciente - ou não -
que pensa que tudo pode.
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