Vivemos
em uma sociedade totalmente capitalista que traz consigo comodidades e
modernidades, porém carente de consciência e com exagerados índices de
ganância, que surge da nossa vontade contínua de sempre querer mais.
Em busca
de mais conforto, mais benefícios, mais privilégios, esquecemos que não vivemos
sozinhos nesse planeta gigantesco que chegou à marca de sete bilhões de
pessoas. A natureza grita, da forma que pode, já que cada vez mais desastres
naturais são presenciados, que o nosso abuso perante ela pode ser irreversível
se não diminuir, então, o que fazer?
Várias
leis já foram criadas e protocolos, como o de Kyto, foram assinados, todavia
melhorar esse uso indevido de que o meio ambiente é vítima não deve partir apenas
de ações governamentais, mas também de atitudes que começam em casa. Hábitos devem
ser mudados e uma consciência deve ser criada.
Precisamos
aderir a táticas de desenvolvimento sustentável realizando reciclagem,
reflorestamento e reduzindo nossos gastos dispensáveis, ou seja, menos
consumismo. Indústrias precisam desenvolver formas de aumentar sua produção,
porém de modo controlado, utilizando a natureza, mas repondo depois. Precisam usar
a economia verde, baseada na baixa emissão de gás carbônico e o uso devido de
recursos naturais e não visar tanto somente aos seus lucros.
Por
fim, melhorar nossa qualidade de vida e de todos os seres vivos necessita não
somente, mas, principalmente, da criação de uma nova mentalidade das pessoas.
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